José Carlos SantiagoCurador e Facilitador www.jcsantiago.info Abordagens para a sua Saúde e Bem Estar |
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Doença e SofrimentoDoença é um nome que se dá a todo um conjunto de sinais e sintomas que o corpo ou a pessoa apresenta. O nome da doença é dado em função dos sinais e sintomas que a pessoa apresenta de forma a reflectir esses mesmos sinais e sintomas. Sinais são todas aquelas coisas que se vêem quando se olha para a pessoa ou para o seu corpo, enquanto os sintomas são aquelas coisas (sensações, etc.) que a pessoa sente, quer seja no seu corpo quer em alguma área do mesmo. Uma vez isto entendido, facilmente se compreende que tratar uma doença é apenas tratar sinais e sintomas. Para identificar uma doença há que conhecer os seus sinais e sintomas e tem de se ter um bom conhecimento acerca disso para se conseguir determinar exactamente qual é a doença existente uma vez que muitas doenças têm sinais e sintomas comuns e/ou idênticos. A medicina é de facto a melhor coisa para determinar exactamente quais as doenças das pessoas uma vez que os seus diversos especialistas conseguem determinar o mais pequeno sinal ou sintoma e dessa forma determinar exactamente qual é a doença que a pessoa tem. Determinar qual a doença da qual a pessoa sofre é extremamente importante pois permite usar dos meios mais indicados para a tratar. Infelizmente a medicina e muitas das medicinas complementares corrigem as alterações existentes ou aquelas que estão a produzir os sinais e sintomas sem muitas das vezes se preocuparem em descobrir e tratar os porquês essas alterações surgiram, começaram ou existem. Infelizmente muitas pessoas apenas se preocupam em saber o nome da sua doença como se isso lhes resolvesse o seu problema. O nome apenas serve para evitar inúmerar todos os sinais e sintomas que o problema apresenta; não para o resolver. Para que algo exista, tem de haver algo que proporcione o seu aparecimento. No caso de sinais e sintomas (doença), tem de existir algo que os provoque. Corrigir os sinais e sintomas não chega nem é a solução correcta. Quando se quer resultados, temos de corrigir aquilo que leva ao aparecimento desses sinais e sintomas. Temos de saber o que está mal ou errado e que (dessa forma) acaba por dar origem aos sinais e sintomas. Ou seja, temos de saber o que está na génese ou origem desses sinais e sintomas. Só após isto devemos agir por forma a ir corrigir as causas que levam ao aparecimento desses sinais e sintomas. De nada adianta corrigir os sinais e sintomas sem corrigir as suas causas. O que se deve fazer na verdade não é corrigir os sinais e sintomas mas corrigir as suas causas ou seja aquilo que os leva a aparecer e a manifestarem-se. Muitos dos sinais e sintomas apenas indicam um mau funcionamento do corpo. A solução é descobrir o que leva o corpo a ter um mau funcionamento e corrigi-la. A prática "corrente" consiste em detectar anomalias bioquímicas e outras e corrigi-las. Quando não se corrigem as causas dessas anomalias, o problema volta mais cedo do que o desejável ou a pessoa tem de se tornar dependente desses correctores (medicamentos, terapias, etc.) que corrigem apenas os sintomas. Infelizmente muitas pessoas já se habituaram a viver com a doença e com o problema, que hoje já não conseguem viver eles. Para elas a situação faz parte delas e aceitam a situação como uma coisa normal, apesar dos problemas e desconfortos que ela possa provocar. Vendo por outra abordagem; em termos de inconsciente a pessoa "precisa" da doença e do sofrimento. Viveram toda a vida (ou uma boa parte dela) com a doença e com o sofrimento que agora já não sabem viver sem eles. A dor e a doença têm sempre uma razão inconsciente para existirem. Enquanto essa razão não for descoberta e libertada, corre-se o risco do problema nunca ser definitivamente resolvido. Exemplos bem visíveis desta situação são muitas dores crónicas ou problemas crónicos que teimam em se manter apesar dos bons tratamentos a que a pessoa se submete. A dor e o sofrimento estão de tal modo enraizados na nossa sociedade que não ter dor nem sofrimento é considerado algo de impossível. E muitas vezes ir no médico ou no especialista não é mais do que tentar mostrar a ela mesma e aos outros à sua volta que ela tem um problema que ninguém resolve. As razões estão a nível do inconsciente e aceder ao inconsciente ainda é muito difícil sobretudo porque esse mesmo inconsciente cria barreiras e bloqueios para encobrir as causas e o que existe por detrás de tal problema. Frequentemente as pessoas adoram falar das suas doenças, sofrimentos, dores, etc. podendo ficar a falar durante horas acerca deles. Mas isto muitas das vezes não é mais do que uma maneira do inconsciente fugir às causas do problema e de ficar apenas falando das consequências que é a dor, o sofrimento, a doença, etc. Em todo o lado se ouvem pessoas a falar de dores, de doenças, de sofrimento, de problemas, etc. como se isso fosse a coisa mais importante da vida de todos. Os noticiários contribuem imenso para este estado de espírito onde só se fala de desgraças, de acidentes, de sofrimentos, de doenças, de criminalidade, de guerra, etc. Este é o estado mental que prevalece e que muitas pessoas adoram. é graças à dor e ao sofrimento que se pode obter compaixão das pessoas há nossa volta e ..... como tal as pessoas arranjam doenças e problemas para obterem compaixão. Como se isso não bastasse, as soluções para os problemas não se falam, antes pelo contrário, são negadas, deturpadas, criticadas, etc. pois se as pessoas fossem felizes e se não tivessem problemas...... muita gente iria à falência. No entanto as soluções existem e depende de si se as aplica ou não. Depende de si o tipo de vida que deseja para si e para a sua família.
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